Em meados de 2007, alguns moradores insatisfeitos com a realidade violenta da região usaram a sétima arte como ferramenta de transformação social e política, o grupo se articulou em uma grande ação que revitalizou um campinho abandonado que era utilizado como depósito de lixo e ponto de venda de drogas, onde abordavam questões como violência, políticas públicas, convívio comunitário, entre outros assuntos do dia a dia da comunidade.